Saldações caros amigos, colegas e vizitantes, Hoje Quinta-Feira tem mais uma ZédusDubs e sua Mala-Música Afro Latina Americana, vamos esclarecer uma jogada aqui, tem uma galera que pergunta toda semana, e ae oque vai rolar Quinta? Intão pra deixar bem claro agora toda QUINTA-FEIRA, repetindo TODA QUINTA-FEIRA no Tribo´s Bar, Rola o Projeto SELECTOR ZédusDuBs e sua MALA-MÚSICA AFRO latina Americana com apresentação sempre de DOCUMENTARIOS e FILMES,a partir das 21:00hs até as 23:30, falei o horário ae mas nem sempre acaba ou inicia no horario certo, depois do filminho rola DISCOTECAGEM da galera que coloco o projeto em andamento ZéDUSdub + FábioTIMBREnoise + DUBmastor - CVSS. Música boa, Cerveja barata e a QUINTA BEER vem em dobro, é isso que voce leu memo a QUINTA GELADA vem em dobro tem coisa melhor pra se fazer numa quinta com tudo isso na sua mão e ainda não paga pra entra FREE GERAL ??? E além do mais se quizer matar aquela larica é só chegar nos fundo do TRIBO'S e encomendar um CHURRASgato, e ai tem melhor ??? HOJE o Documentário é muito bacana vamos por pra rolar o BOTINADA a Origem do Punk no Brasil, documentário sobre o Punk Rock no Brasil produzido pelo Gastão (aquele ex-vj da mtv).
SÁBADO PUNK no TRIBO'S BAR
Show
do Cólera, e Radio Clash, que é o Cólera
tocando The Clash. Uma histórinha rapida e rasteira aqui
sobre o COLERA ... COLERA, um dos primeiros grupos de punk rock
brasileiros, formado em 1979 em São Paulo. Em 1987, o
Cólera se tornou a primeira banda de punk rock do
país a excursionar pela Europa, num circuito alternativo,
só de punks. Em 1989, gravações desses shows
viraram disco ao vivo (no mesmo ano, a banda também
lançaria o LP “Verde, Não Devaste”). O
Cólera seguiu na ativa nos anos 90, lançando os
discos “Mundo Mecânico, Mundo Eletrônico”
(1992) e “Caos Mental Geral”
(1997).

Em 2000, a banda ficaria em evidência uma vez que a Plebe Rude regravou “Medo” em seu disco ao vivo e os Inocentes, “Quanto Vale a Liberdade” em “O Barulho dos Inocentes”. E não sei se voceis sabiam mas o punk rock morreu três vezes no Brasil: em 1983, 1987 e 1994. A repressão policial, a falta de casas para shows, o crescimento de outros estilos, a diminuição do público e o silêncio da mídia colaboraram para escrever seu epitáfio. Aos sobreviventes restaram três caminhos: 1) mudar de estilo, 2) agonizar e morrer anos mais tarde ou 3) resistir. O trio paulistano Cólera escolheu a terceira e o melhor os caras vão ta aqui em Maringá fazendo a maior barulheira no TRIBO's sabadão, voce vai perde ???

O novo disco do
Radiohead já está aí, bombando. "In Rainbows"
é, pra variar, um disco brilhante. Tudo está numa
bagunça muito bem organizada e sincronizada. Os chiados, os
toques singelos... tudo bem bonitinho. Uma das maiores (talvez a
maior) qualidades de "Iin Rainbows" por ser tão brilhante
é sua junção de gêneros musicais. Mesmo
depois de "Kid A" e "Ok, Computer", dois discos que são
obras-prima do grupo britânico que nasceu nos anos 80,
é de assustar que a banda ainda tenha criatividade pra
realizar este trabalho.
Radiohead não é só uma banda que de conceito
musical. Suas músicas fazem transparecer sentimentos e
questionamentos, discussões sobre a total relevância
que o rock tem sobre a música de forma geral. Incluse a
forma de distribuição. Lançado até
agora apenas pela internet no site oficial. E vocês pode
pagar quanto quiser. Incluindo nada. "In Rainbows" tem gerado
debates a ponto de querer saber se isso é ou não
viável pra uma banda que já tem uma carreira
sólida como o Radiohead.
Quando o cd começa, ouve-se
batidas de uma música doce, mas não morna, nem morta:
"15 Step". Canções já com seus ruidos e vozes
correndo pra lá e pra cá. E deve-se admitir que o
Radiohead sabe usar suas guitarras. Guitarras de fundo,
distorcidas, solos de guitarras, no melhor estilo blues, guitarras
atropelando-se em meio música no ar, guitarras se
escorregando sem o mínimo pudor. E isso acontece no CD
inteiro. Inclusive em "Bodysnatchers". Música ótima
pela vibe alegre e confortante que a canção possui.
Mas tudo isso vai indo embora quando chega "Nude", faixa linda,
suave e bem no estilo Radiohead que conhecemos de longa data.
Músicas assim que transparecem sentimentos, que elevam almas
em plena hipnose. Músicas de reflexão, de sonhar
acordado. E isso é ótimo. Poucas bandas conseguem
isso.
A música mais soturna de "In
Rainbows" é "All I Need" que se torna destaque do disco
fácil, fácil.. Música profunda, de morte
mesmo. E os ruídos e outras coisas inimagináveis
estão lá, de novo, nos fisgando e fazendo com que nos
apaixonemos mais pela arte de morrer. "Faust Arp" é a
canção mais cult do CD, a mais erudita, mais
armoniosa e simples, talvez.
Outra faixa que chamou minha atenção foi "Reckoner"
que inicia-se com um Q de Velvet Underground e se alastra com este
mesmo Q até o seu final. Este Q é devido à
pandeirola da música que nos lembra "Sunday Morning", "Femme
Fatale" e outras músicas de "Velvet Underground & Nico".
Ótima alusão, ótima. Além de quase
todas, "House Of Cards" se destaca como a estranha do disco, mas em
conclusão não tem todo este mérito porque tem
quase que todas as características que o disco
comporta.
Quase acabando o disco, me deparo
com "Jigsaw Falling Into Place" que me aparentou ter uma
alusão à Placebo. "Jigsaw Falling Into Place" se
aproveita de fórmulas a lá Placebo sem nenhuma
vergonha em aparecer. Ao longo da música Placebo se
mantém presente mais ainda. A faixa vai ficando mais
animadinha, a voz se exalta e acaba com um prato. Só. No
final da audição, tenho uma pergunta pra você
que já teve a experiência de ouvir "In Rainbows": Tem
como dar menos que 10?
Por Fábio Pereira

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