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TIMBRE ROCK NEWS | Road Trip Maringá II - Timbre Rock Festival | Por Hudson Antunes  escrito em quinta 23 outubro 2008 17:56

Road Trip Maringá II - Timbre Rock Festival

Por Hudson Antunes | Fluxodrama

Sim, eu voltei, Hudson Antunes em mais um tardio artigo para o fluxoblog! Tocamos nesse último sábado, 11/10, na segunda noite da primeira edição do Timbre Rock Festival, festival organizado pela produtora Timbre Noise & Low Records, que rolou no Tribo’s Bar em Maringá, mas a história começou na sexta. Saímos de Curitiba por volta das duas da tarde, viagem tranqüila ao som de Eric Burdon e Rolling Stones, com apenas uma rápida pausa no meio do caminho, uma lanchonete de posto, onde duas adolescentes vieram nos perguntar se éramos da Cachorro Grande! Essa foi boa, me fez pensar na popularidade alcançada pela cachorrada e no que uma MTV não faz! “Cachorro Grande? Não, não… somos apenas grandes cachorros!” Hahaha! Seguimos viagem, chegamos em Maringá por volta de oito horas da noite, sem os números de telefone dos responsáveis pelo festival e com apenas o nome do hotel… isso por que alguém conseguiu lembrar; uma anotação com os telefones e endereços, nomes e etc. ficou em Curitiba. E como chegar nesse hotel? Pedimos informação pro atendente de um posto onde paramos pra comprar umas latas, cara bacana e que deve ter um GPS na cabeça: “siga em frente por essa avenida, dobre a segunda pra direita, sétimo sinaleiro vire pro lado do posto que dá de frente pro mercado, uma quadra depois à sua esquerda é o hotel” … disse algo mais ou menos assim o qual seguimos à risca: dito e feito, chegamos no tal hotel. Após  breve descanso e dúzias de béras depois, fomos ao Tribo’s conferir os shows, conhecer pessoas, bandas, bebidas e afins, afinal tocaríamos só na noite seguinte… lembro de estar com fome e não ter me importado com isso, fui o único que não rangou nada na birosca no meio do caminho, esqueci e só fui me lembrar disso mais tarde. A partir daqui minhas lembranças de sexta já ficam um pouco ‘nebulosas’, mas me recordo do show do Nevilton (PR), e da rapaziada gente boa do Korova’s Veloccet (SP). Os shows foram passando, sei lá que horas eram, e assim do nada: teto-preto federal nesse que vos escreve! Sim, devia ter comido alguma coisa… mas já era tarde. O resto da minha noite foi numa cadeira branca no fundo do bar, não vi mais nada nem ninguém, ainda que todos tenham me visto naquela incômoda situação. Minhas lembranças voltam a partir do momento em que fui embora, carregado (!) pelos meus companheiros de banda, Bruno de um lado, Dhiego do outro, ainda se despedindo do povo no bar… momento épico da banda esse, não? Imaginem só, eu de braços abertos, cabeça baixa, barba por fazer… um pseudo Jesus-Christ-Rocker, decadente e em fim de festa! Foi pra acabar! Fazia mais de dez anos que eu não passava por uma dessas, mas tudo bem, ainda tinha outro dia pela frente…

Sábado foi uma espécie de ‘dia de folga’, passamos boa parte do tempo no quarto do hotel, TV ligada (que ninguém prestava atenção), conversas que iam longe, de Peter Griffin (Family Guy) a Renato Russo (hã? quem?), risada, muita risada, e claro, Rock ‘n’ Roll, o violão 12 cordas do Sr. Austin sempre na mão de alguém, ótima oportunidade para desenvolver nossas músicas novas e também para tocar algumas ‘prediletas da casa’, como por exemplo “Late in the Day” do Supergrass ou “I’m The Walrus” dos Beatles, aliás, é bem provável que essas músicas venham a fazer parte do nosso set list. Cai a noite, do hotel pra van, da van pro bar! O público dessa noite não foi o esperado, mas o clima estava bom. No geral dá pra dizer que o entrosamento entre as bandas foi bem bacana, pessoal trocando material, idéias, drinks (com exceção da minha pessoa, ainda na garrafinha de água… porque será?). Os shows começaram a rolar por volta de uma da manhã, quando já recuperado e empolgado pro show, voltei pra boa e velha cerveja! Um brinde! Duas da manhã, hora da FLUXODRAMA! É foda, sei que sou suspeito pra falar, mas foi um puta show (podem ter certeza, quando for ruim irei dizer!), um show curto mas eficaz. Ainda que muitos ali também fossem músicos, o público participou bastante; lembro de ter visto pessoas cantando músicas que ainda não gravamos, e as que estão na demo ficaram demais com o povo cantarolando junto nos refrões! Mas é assim que a coisa funciona, se a banda empolga o público e o público empolga a banda (You drive us wild, we’ll drive you crazy!!), as duas partes só tem a ganhar! Foi um show explosivo, daqueles que dá vontade de quebrar tudo, e nessa realmente fodi um pouco meu baixo, mas faz parte! Depois disso, tudo era festa, e a festa continuou com outros ótimos shows de rock, como o Clã McLoud (RS), com o sagaz “baixista-aranha” detonando nas quatro cordas! Teve também o hard-rock setentista do Narcotic Love (SP), com ótimos arranjos vocais, e nossos amigos do Dimitri Pellz, performáticos e insanos, também fizeram uma apresentação memorável no festival. É claro que um show ou outro acabamos perdendo, mas com todo o blá blá blá rolando, as entrevistas e todos os contatos que fazemos nessas ocasiões, não dá pra ver tudo. Eis que o dia amanhece, nessas horas ainda é possível ver algo que te deixe paralisado, ou o faça pensar que tudo valeu a pena… por mais que as luzes sejam baixas… ainda mais se nessas horas o Sol já assumiu seu posto! É possível ver sim, e eu vi!

Manhã de domingo e ainda restam uns poucos guerreiros na frente do hotel, rindo e bebendo cerveja; outros ainda com disposição maior para buscar uma vodka no posto ao lado, como fizeram dois bateristas alucinados, isso já era umas nove da manhã, e a coisa foi mais ou menos assim até a hora de ir embora. Só os motoras descansaram e dormiram um pouco, o resto não quis nem saber! E essa foi a nossa saga no primeiro Timbre Rock Festival, nossa segunda vez em Maringá (quer saber como foi a primeira? Assista: http://www.youtube.com/watch?v=iRZ-G5AeO34). Que logo venha a terceira, quarta… Ah, sim, a viagem de volta? Parecida com a da ida, porém mais cansativa e menos empolgante!

Esse texto todo foi escrito, criado e escarrado, pelo grande parceiro HUDSON ANTUNES, baixista da banda FLUXODRAMA.

EM breve mais materias do nosso primeiro Festival.

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TIMBRE ROCK NEWS | AC-DC - Black Ice 2008 ACDC  escrito em quarta 22 outubro 2008 14:30

AC-DC - Black Ice 2008 ACDC

Por fim chega cd Black Ice, o novo lançamento da lendária banda AC/DC, que inclui como primeiro single Rock’n'Roll Train. O disco é composto por 15 faixas produzidas por Brendan O’Brien nos estúdios Warehouse. Esta produção é a primeira desde Stiff Upper Lip, que foi editado em 2000.

Faixas :
1. Rock’n'Roll Train
2. Skies on Fire
3. Big Jack
4. Anything Goes
5. War Machine
6. Smash n Grab
7. Spoilin’ for a Fight
8. Wheels
9. Decibel
10. Stormy May Day
11. She Likes Rock’n'Roll
12. Money Made
13. Rock’n'Roll Dream
14. Rocking All the Way
15. Black Ice

Link Download:
Link 1Link 2Link 3

 

Por Fábio Pereira

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TIMBRE ROCK NEWS | Estão abertas as inscrições para mais um festival on-line do Instituto Sergio Mot  escrito em terça 21 outubro 2008 15:46

Estão abertas as inscrições para mais um festival on-line do Instituto Sergio Motta! O HTTPSOM é um festival de música realizado com canal de inscrições no MySpace. É um projeto do Instituto Sergio Motta e da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, realizado em parceria com o Itaú Cultural, que objetiva dar visibilidade a músicos brasileiros e celebra as novas condições de circulação de conteúdo musical na Internet. O concurso é aberto a todos, sem limite de idade ou definição de estilo musical e é uma iniciativa voltada à experimentação que privilegiará a criatividade e a sonoricidade do trabalho inscrito. Serão concedidos 4 (quatro) prêmios às músicas inscritas que melhor tenham atendido aos critérios de julgamento, nos valores brutos de R$ 2.000,00 (dois mil reais) cada um.Os trabalhos inscritos serão avaliados por um corpo de jurados composto por expressivos nomes da música no Brasil. São eles: Chico Correa, produtor musical e criador de trilhas sonoras, Israel do Vale, gerente-executivo de conteúdo da TV Brasil e colunista do jornal “O Tempo”, Giselle Beiguelman, curadora do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, Jan Fjeld, jornalista e diretor da UOL Megastore e Lalai Santos, publicitária e responsável pelo blog lalai loaded. O regulamento do festival está disponível na página Imprensa e as inscrições vão de 16 a 27 de outubro. Os premiados serão anunciados no dia 13.11. e, posteriormente, nos dias 29 e 30.11., farão uma apresentação no Itaú Cultural.

Para fazer sua inscrição clique aqui

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TIMBRE ROCK NEWS | A Inimitável Fábrica de Jipes - Release 2008  escrito em segunda 20 outubro 2008 14:37

A Inimitável Fábrica de Jipes - Release 2008

 

A Inimitável Fábrica de Jipes: esse nome longo, esquisito, intencional, é uma analogia pretensiosa às composições musicais de qualidade. A fábrica traz à tona a figura fundamental do compositor, enquanto que o versátil automóvel materializa o objeto de criação: canção. Na busca racional pela originalidade é sempre objetivo a pretensão de ser verdadeiro, genuíno, autêntico e conseqüentemente inimitável.

A banda começou em 2002, numa proposta diferenciada de se fazer música de boa qualidade, muito bem pensada, mas sem nunca perder o fluxo da emocionalidade. Rafael Souza, que há mais de 15 anos vem fazendo rock autoral (Sex Hansen e The Guavas), voltou para Maringá após um período de hibernação em São Paulo e de imediato convocou Cristiano Franco (Betty by Alone) para um projeto que consistia em combinar letras de poesia à distorção energética de guitarras melódicas.

Desde então, A Inimitável Fábrica de Jipes já tocou com várias bandas emergentes no cenário nacional, dentre elas: Autoramas, Relespública, Faichecleres, Wander Wildner, Aerocirco, Nevilton e Terminal Guadalupe. Também tiveram a oportunidade de participação no FEMUCIC 2004 e no Festival Acorde Universitário 2008, obtendo grande aceitação de mídia e público.

Com gosto pela poesia modernista e pela literatura beat, a banda possui influências musicais de bandas como The Clash, The Who, Thin Lizzy, The Beatles, Pixies, Everclear, Tom Petty and the Heartbreakers, Travelling Willburyies, Weezer e muito rock nacional da década de 80.

Em 2005, contando com Rafael Souza (guitarra e voz), Cristiano Franco (guitarra e vocais), Nilson Souza (bateria) e Maycol Alencar (baixo) a banda lançou o primeiro album: "O Dia em Que Seremos Todos Felizes!". Esse trabalho teve boa repercussão em revistas como Senhor F e Etecetera. Ambas matérias ressaltaram a criatividade e a qualidade da banda, indicando que o "rock ensolarado" da Inimitável Fábrica de Jipes precisava ser ouvido, despontando como uma alternativa interessante fora do eixo Rio-São Paulo.

Em 2006, aproveitando a passagem de Rafael Souza pelos Estados Unidos para a realização de um curso de pós-doutorado em engenharia de estruturas na University of Illinois at Urbana-Champaign, a banda produziu os videos de “On the Road para São Thomé” e “Bons Tempos”. Nos videos são apresentadas imagens referenciais para a banda, tais como o bairro Bunker Hill (Inspiração para John Fante em Pergunte ao Pó), a City Light Books (editora de Jack Kerouac), o tumúlo do escritor Charles Bukowski, o deserto do Mojave, a noite iluminada de Las Vegas e a fronteira mexicana de Tijuana.

Nessa mesma época Art Alexakis (Everclear), astro do rock americano, pediu ao vivo na rádio americana WPGU-FM  (http://www.wpgu.com/) a execução da canção "On the Road para São Thomé", após ter tocado clássicos como "I Will Buy you a New Life" e "Santa Monica". O primeiro trabalho da Inimitável ainda parou na mão de figuras clássicas do underground como Ian MacKaye (Fugazi) e Eddie Spaghetti (The Supersuckers). Encontros mais do que casuais entre roqueiros de diferentes gerações em uma cidade minúscula ao Norte dos Estados Unidos, que mostra que o rock sempre reserva boas surpresas.

Ainda em 2006, a Inimitável se apresentou acusticamente na cidade de Chicago, no evento “The National Anthem Project”. O evento, que ocorreu as margens do Lake Michigan ("Navy Pier"), foi coincidentemente patrocinado pela Jeep americana, com o objetivo de disseminar o hino nacional americano entre os jovens daquele pais. Na ocasião foram apresentadas três canções, que apesar da estranheza da lingua tiveram excelente aceitação de público. Uma surpresa grata descobrir que o som da Inimitável é multicultural e que a lingua portuguesa não é problema para a interação entre diferentes culturas.

 Em 2007, A Inimitável Fábrica de Jipes entrou em um período de paralisação, objetivando seguir por rumos mais profissionais e vislumbrando a possibilidade efetiva de uma carreira artística, tendo em vista a boa repercussão da banda ao longo dos anos e o crescimento do cenário independente. Assim, em 2008 a banda volta as atividades com a gravação do álbum “Canções Despedaçadas para Juntar os Cacos”, totalmente gravado por Rafael Souza (guitarra, baixo e vocais) e Igor Grande (bateria).

Dessa vez, nenhuma revolução, promessa ou salvação para o rock. Aliás, não há salvação para o rock. É o rock quem salva e se salva. O rock é e sempre será a trilha sonora escolhida para ver a vida passar: durante o trabalho que consome mas alimenta, enquanto amigos chegam e se vão, no calor em que paixões nascem e as vezes morrem com a gente. O rock é assim: trilha sonora para fatos que nos moldam e, às vezes, para passagens que nos despedaçam por inteiro. Assim é  A Inimitável Fábrica de Jipes: instrumento de fidelidade à própria alma.

Como destaques desse novo álbum da Inimitável pode-se citar a canção “Sindrome de Estocolmo”, gravada recentemente pelo grupo curitibano Terminal Guadalupe (http://www.tg.mus.br) no trabalho ao vivo “Como Despontar para o Anonimato (lançado em pen-drive), bem como a faixa “Walking on the City”, de autoria do escritor e dramaturgo Mario Bortolotto, recentemente aclamado pelo filme “Nossa Vida Não Cabe Num Opala”.

Contando com Rafael Souza (guitarra e voz), Ricardo Herrera (baixo), Fernando Durán (guitarra e vocais) e Igor Grande (bateria), A Inimitável Fábrica de Jipes aguarda o lançamento oficial do seu segundo álbum e se prepara para excursionar nacionalmente em seu trabalho de divulgação. O rock não pode parar.

 ·         Discografia

“O Dia em Que Seremos Todos Felizes” (2006

“Cançoes Despedaçadas para Juntar os Cacos” (2008);

 

·         Principais Apresentações

Apresentações ao lado das bandas Relespública, Faichecleres, Terminal Guadalupe, Autoramas, Wander Wildner, Aerocirco, Nevilton e exibições no Festival Acorde Universitário, Festival de Música Cidade Canção e The National Anthem Project (Chicago, EUA);

·         Principais Acontecimentos

Art Alexakis (Everclear), pop-star do rock americano pediu ao vivo a execução da música “On the Road para São Thomé” na rádio americana WPGU-FM (http://www.wpgu.com) após uma apresentação acústica. Além disso, o primeiro CD da Inimitável já parou na mão de figuras clássicas do underground roqueiro como Ian MacKaye (Fugazi) e Eddie Spaghetti (The Supersuckers);

·         Principais Comentários

“[...] em suas dez faixas, 'O Dia ...' traz canções simples, com letras sobre o cotidiano, embaladas em melodias com levadas de power pop, guitarras bem timbradas e bonitas harmonias vocais. 'Água', que abre o disco, 'Na Hora da Raiva' e 'Dia-a-Dia' são 'hits' com potencial para tocar em rádio, não fossem tais veículos atualmente tão insensíveis ao que não seja lixo cultural. [...] A Inimitável Fábrica de Jipes confirma o fato de que muitas das melhores coisas produzidas pela cena independente estão "fora do eixo", como dizem/reivindicam os cuiabanos[...]”, Fernando Rosa, Editor do Site Senhor F.

“[...] Continuo afirmando que se as rádios existissem de verdade (porque o que temos hoje, com raríssimas exceções, não dá para serem levadas a sério), qualquer canção deste primeiro disco, lançado em 2005 e de produção independente, poderia estar tocando nas Fms [...] Seria difícil escolher para “carro chefe” do disco uma canção para cair na boca do “povo”. Quando digo “povo”, estou falando de meninos, meninas, jovens e velhos. Sim, porque o “povo”, independente da faixa etária, embora a indústria fonográfica negue, gosta de som bom e letra boa. E isso o disco tem[...] Esse é o rock ensolarado da Inimitável Fábrica de Jipes, que traz na capa do CD, muitos girassóis espalhados numa vastidão, que em meio a tantas ervas daninhas, oxalá, eles se espalhem ensolarando, talvez, novas estradas musicais”. Adriana Aranha, Revista Etcetera.

·         Website com músicas e vídeos

http://www.inimitavel.com

 ·         Contato para Shows

Rafael Souza: (44)9113-3053 e (44)3265-5355

e-mail: inimitavel2003@yahoo.com.br

MSN: rasouza2@hotmail.com

LETRAS

Hoje
(Rafael Souza)

Hoje
Eu vou fazer o meu dia feliz.
Pois o amanhã já está por um triz,
Eu só quero é viver.

A tristeza já ficou para trás,
E as lágrimas nunca mais,
Vou derramar por ninguém.

Não
Eu não vou pedir o seu perdão.
E tampouco a sua permissão,
Vou me mandar sem me despedir.

Sim
Minhas mochilas já estão nas costas.
Na minha mão está a chave da porta.
Eu vou sair sem me arrepender.

Tchau
Estou lhe dizendo tchau.
Tchau

Na Hora da Raiva
(Rafael Souza)

Na hora da raiva
Não penso no que fiz.
E falo coisas absurdas
Que normalmente se diz na hora da raiva.
Criei um mecanismo,
De auto-defesa, perda do juízo
(raciocínio).

Mas a raiva já passou,
E eu sem querer
Magoei o meu amor.
Mas a raiva já passou,
E eu sem querer,
Vou perder o meu amor...Dor.
Eu sei que eu vou ter de usar aquele velho clichê:
Dar um buquê de flores para me desculpar
E te fazer esquecer de todas aquelas besteiras
Que eu gritei inconsciente e sem pensar.
Ou me afogar nas lágrimas que eu te fiz
Derramar por chorar, por chorar...

Na hora da raiva.
Somos todos iguais,
O sangue fica fervendo,
No tornamos irracionais.
Na hora da raiva.

Dia-a-Dia
(Rafael Souza, Eduardo Meurer, Manuel Bandeira)

Todo dia de manhã quando acordo
olho para a minha vizinha.
Depois volto para a realidade e tomo o
meu café na cozinha.
Ah! Que vontade de dizer o que eu sinto
Mas eu não tenho como me expressar.
Daí vou para baixo do chuveiro: Palm
Street Five, me aliviar!
Penso como vai minha vidinha e me dá
até vontade de chorar.
E um careta com uma caranga importada
Hoje a levou para passear.
E eu aqui com mais três caras
infurnado na República Paraná.
Mas não tem nada não, não vou mais me estressar.
Assim dizia Bandeira:
Eu vou-me embora para Pasárgada,
Lá sou amigo do Rei,
Lá eu tenho a mulher que eu quero,
Na cama que eu escolherei. Viva Bandeira!

 


contato:
inimitável@inimitavel.com
tel. (44) 3265-5355

site:
www.inimitavel.com

obs.: Em breve material Pós Produção TMBRE ROCK FESTIVAL OUTUBRO !!! Aguardem
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Festa de Lançamento TIMBRE ROCK FESTIVAL 09 de Outubro | Tribos Bar  escrito em segunda 06 outubro 2008 22:32

TIMBRE NOISE+LOW RECORDS+SBT

Apresentam:

Festa de Lançamento TIMBRE ROCK

09 de Outubro Quinta-Feira que vem

TRIBOS BAR

Entrada 5,00 R$

Discotecagem
Material Timbre Rock Festival 2008


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VENDA DE CONVITES ANTECIPADOS
Até a proxima terça- feira dia 07 de outubro

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10$ uma noite
15$ duas noites antecipado
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